Há a fome, há a relva logo depois da selva, há a panela, vazia como o campo aberto ou um deserto, há algo no vazio, por isso está lá, é para por algo e que alimente um coração, que seja sempre com emoção, nem sente tanta fome a vazia panela, sente o campo e o deserto em ser incerto, não há a vida, não há o alimento, há o ar em seu sustento, um coração que passa a ver o deserto e a panela em um campo aberto da noção faz a comoção entrar num mundo de emoção, faz-se de mesmo ar de se respirar, um sentimento paralelo e certo do que há de lá botar, um pouco de vida com seu alimento, um pouco mais de um simples sustento, não quer tanto o que se faz vazio para sentir, quer só um tanto que te transborda em sua visão, um horizonte se faz em imagem tanto para um ou para outro, os que de cima podem ver estes viver também podem a panela com um tanto preencher, a alegria se faz em vida se faz em bater de corações que não tem o que ver, a não ser a panela de preencher com seu meio de viver, que se faça em velas de iluminar se não pode ser em focos de entender um iluminar, que se façam em homens os corações de mostrar razões de sobreviver, pura sensibilidade da panela de dar seu entender, que se faça em mulheres os sentimentos de mostrar aos homens um sofrer de seu bebe, de seu filho que mal bebe água em sopa de pedra, que se desfaçam as pedras dos corações das relvas e selvas, que se façam em pura luz que tanto nos conduz a enxergar o que devemos compartilhar, a vara e o peixe, o peixe e o pão, uma isca de compreensão para fisgar o peixe da noção, todos temos a dar e receber, temos o que dar e destes devemos receber, conceber a sensibilização que se faz em luz de enxergar e andar, andar pela luz e ver os olhos do que na panela se serve e que na relva se aprende e que também da selva se tira, que se façam em luzes o que nos faz quem nos conduz, amar seu próximo é ver o que precisa e não presenteá-lo com topes que se torpem em não alimentar!!