Jesus está chorando, a sensibilidade que espalhou pelos milênios e que pregou com a cruz não está funcionando, me molho na chuva com suas lágrimas, a boa vontade do homem ao fim está chegando, estão fracos com pragas de modernidade e consumismo, palavras de lucro e egoísmo são as larvas daninhas, lavas em vulcões dão a dimensão dos tempos que outrora em mesmas desilusões, a natureza é um organismo que nos mantém, por ela preservar nos convém, posso ser o coração e vc o ventre, pode meu próximo não estar vivente com o coração valente sob a fúria da justiça para se refazer o organismo maior, não há preço nem compasso se atrasar no dia de parar, nunca é tarde mas finda há se preço pelo tempo que temos ainda, uma triste piscada, uma só lágrima de comoção, um tsuname em destruição, lavas de vulcão, tristezas e vidas ao parar de corações com suas sustentações, como todo triste organismo como o nosso, quando tomado, deteriora sem calor e amor sem a natural emoção não há porque bater um coração. Está triste, se comove com as vidas que sempre bem vindas agora são provindas de destruição, são as pestes negras da nossa era que por apenas uma Hera para-se a esfera, a busca e a procura, loucura da volúpia da ganância, disseminação do desejo em cobiça, corre nas veias da expressão este novo pergaminho que tenta a sensibilização, bate meu coração sadio,bate no peito de aço que por um piscar de amor me desfaço, um natural ser para aqui fazer, me molhei em suas lágrimas para lavar a alma em se formar minha pura arma, sem ataques e sem defesas, apenas assunto de nobreza que dão a vida enorme beleza, grandezas de calor e amor pelo meu próximo que vive em mesma natureza, que beleza poder falar com tanta franqueza, não chores senhor Jesus, tenho a luz que me conduz, sei de fato enxugar as lágrimas com meu ver, sentir, entender e te ajudar com as palavras de ficar, de fitar em olhos verdes de enxergar a luz brilhar, há a sensibilidade na fatalidade, vou tentar senhor antes do rufar do final pelo tenor, nas montanhas vão ecoar as palavras que não soam, apenas se contorcem nas maneiras de atingir o gelo pelo que temos tanto zelo, vão sim derreter senhor, vão sim desaguar na medida de fazer o mar com palavras de amar, vão sim senhor me fazer conduzir a verdadeira riqueza da natureza, com calor nos ninhos e amor na alimentação do coração, vão ressoar pelos mundos em silêncio sem chamar a atenção da praga pelo que se prega em cruz, o bater dos martelos nos pregos virão antes do tombar das múmias, em suas tumbas se revirar, vão estas distorcidas conotações em menções egoístas se esvair em mesmas cruzes de pregados contrastes de tanta luz, vão suas palavras novamente ser bem interpretadas com minha alçada na tomada da razão maior, sem amor e calor não há dote de emoção que fazem parar tantos corações, vão saciar a sede, vão dar o alimento e vão buscar o amor perdido nos corações sem horizonte ao qual vou colocar o sol bem defronte, vou gritar e esbravejar em silêncios de momentos para sua tristeza paras, sua ação é de emoção como Deus te colocou no mundo em forma de homem, para chorar com alegria e emoção aos niveis do mar e oceanos, não mais de comoção ao que explodem o vulcão e racham a terra escrevendo com linhas tortas em retilíneas interpretações, não chores senhor, vamos reagir com nossa força de calor humano aos picos gélidos do poder, sou teu servo de valor que tem sabor de viver com amor no real fator, a razão simples de natureza simbiótica e para um todo para os todos com suas fatias!!! Obrigado senhor por me ouvir em silêncio de uma emoção!!!!