Será que é táo absurdo mandar um texto para a fonte aprovar antes da publicação? Dependendo do assunto e da dinâmica do veículo acredito que esta prática evita que tantos erros. Ou será que sou louca, ignorante?
Se tomar todas as precauções para evitar que essa "consulta" não seja transformada numa ferramenta de censura, acredito que não tem problema! Mas deve-se evitar a freeqüência desse recurso, pois de certo modo revela insegurança.
Eventualmente acabamos tendo que fazer matéria de área/tema que não dominamos e precisamos nos precaver de cometer erros grotescos por falta de humildade, que pode se manifestar em perguntas mais detalhadas dos pormenores ou mesmo do envio da parte ou de todo o texto para a fonte.
Há que se considerar também se a fonte aceita isso! Por exemplo, no Judiciário é comum enfrentar a arrogância dos "sabe-tudo", sejam juízes, promotores ou advogados. Muitos deles agem como se fossem "perfeitos" e se mostram impacientes com pedidos de explicações detalhadas. Perfeição, só em Deus! E as falhas do Judiciário, por sinal, mostram que eles estão muito aquém do que seria ideal, infelizmente.
Concordo com o Osnaldo
Submeter o texto final à uma fonte pode ser imprescindível se a matéria é sobre um assunto que não dominamos, especialmente os de caráter técnico e científico em que a edição pode suprimir ou alterar informações relevantes
Se a fonte é confiável por antecipação, pode-se mandar por antecipação com um risco bem menor. O que penso é : arriscar tambem é preciso quando não se tem outros meios e o seguro é o mais viável. Ficamos na mesma, mas o óbvio é o evidente. A lógica diz, procure um amigo!
Vivo este momento como o seu, tomei algumas precauções como, registros em cartório de vários documentos de recibos de entrega e recebimento, assim como cópias de email etc, enfim; tudo comprovado e registrado em cartório. Antes tomei o cuidado de me informar sobre antecedentes de trabalho e tudo que pude saber a respeito e como um cadastro fiz minha análise, tomando como evidência de idoniedade, o tempo neste trabalho, satisfação de clientes, pude até fazer consultas no judiciário. Como lhe disse se evidenciar que a fonte é confiável, corre também riscos, como todos os riscos que corremos em nossa vida, pois a raposa veste-se de cordeiro. Deve também usar de sua intuição em formar uma razão para o futuro dentro de suas experiências, confiando nas precauções e tendo coragem é mais fácil do que ficar na dúvida, pois a dúvida é um medo que atrasa e atrapalha, aí caímos nas mãos da raposa. Estou neste pé,como você creio que seja o início, e é assim que funciona, assim que aprendemos. Quantos inícios passei e como aprendi e nada perdi, pois fui buscar de volta com o poder da verdade e provas com a precaução diante até de conlúrios no judiciário. O poder do bem e da verdade são uma soma que nenhuma outra força enganadora subtrai. Se vc tem o poder de se expressar ao escrever um livro, tem o poder de expressar a verdade. Coragem e precaução, agilizarão seu trabalho e a determinação de buscar, se for tirado algo, busque com seu poder e não desista nunca. Início de tudo é assim e sempre deve seguir,prós e contras fazem parte de tudo na vida, mas esta arte, não deve parar, nossos atos, fazem diminuir as raposas, não tropece em pedras pequenas e as veja, as grandes virão e são vistas para serem desviadas. Bem, acredito que tenha cooperado, o que faltou para mim se for caso parecido, deixo para vc em impulso e incentivo com atos de se precaver com documentos e provas, disso ninguém escapa.
Argumento nobre e documento, derrubam até o mais forte! A partir desta resposta vou fazer uma pergunta aos que entendem do assunto, COMO KALÚ DEVE SE PRECAVER COM O ENVIO DE TEXTO PARA A FONTE ANTES DA PUBLICAÇÃO? COMO A SENSURA PODE AGIR?