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Em tudo que fizermos, mesmo que por pouco desprendamos energia, gratificados somos ao saber que os resultados nos acalentam em mais energia para a sustentação deste bem programado ao executar a missão que destina-se a um fim maior.
Este fim determina os meios que uso, que tem minhas digitais em exclusividade e que leva minha essência e que repito em minha identidade, sendo que levo às pequenas obras esta comum saliência de diferenciação sobre os demais, meus semelhantes em obras e em meios, suas saliências se diferenciam sensivelmente em nuance apenas de tons ou extraordinariamente em relevâncias de conduto em textos, na arte, na musica, nos versos, nos poemas.
Causar confusão é bem simples e a polêmica toma conta e distrai o que há de mais profundo a se analisar em assuntos que tratam de artistas, jornalistas e seus direitos.
A objetividade das leis deve se adaptar a sensibilidade que o jornalista tem em mais sensível em sua arte que considero e na verdade deve ser considerada como a arte em expressão e que a ela conduz, uma interpretação e que o jornalista conduz a ela a um interpretação e ainda mais a uma boa interpretação em massa, há de se considerar também esta particularidade que dá essências de arte e não só uma profissão, pois além disso enquadra-se em arte, a criação, a criação de arte em textos a interpretação em massa tem um valor imensuravel ao que se presta em desenvolvimento que só este artista, o jornalista tem.
Não sou nada especialista neste assunto, mas sou muito criativo em minha vida tive que usar destes recursos e sou sobrevivente e dela me sirvo de alimento, e tanto dela tenha a dividir em compartilhamento desta classe que tanto admiro e acompanho com simpatia.
Minhas idéias podem ser até infantis e até fora de contextos, as vezes confusas e indefinidas, pois não passei ainda por uma avaliação, expresso o que faço em virtude de um ideal e creio alcançar esta avaliação em decorrência do trabalho que exercito em comentários e longos textos por ser visto e avaliado.
Meu interesse pela sua causa em comum de um todo em evolução a caminho da superação em sua essência de alcançar a exatidão ao direito autoral do jornalista me levou a obter conclusões e o dispendio de uma gota de suor para evaporar pelo seu meio como uma gota dágua  que se condensa e  faltava neste imenso oceano polêmico que o assunto conduz..
Já fiz comentários sobre enquadramento e brechas da lei, sobre jeitinhos brasileiros em se sustentar pelo mundo, dou agora um sustento maior em base de tentar repassar meu pensamento em humildade de poder ser aproveitado e de até ser viável mudar a linha do conduto.
Quem sabe não vejo um meio mais fácil ao identificar o JORNALISTA como um ARTISTA e seus direitos AUTORAIS VIRÃO em que já existe ao artista, um enquadramento em brechas da lei que seus advogados podem fazer com facilidade em seu meio jurídico, onde são profissionais, Se está difícil obter como classe jornalística que grandes empresas dão seu contra em prejuizos ´próprios e com já artistas a pagar, os assustam e em meios políticos exercem sua influências, pois a eles dão o favorecimento da influência nos votos com seus espaços manipulados. Bem, foi apenas comentário e volto a essência de jornalista ser artista, se possível devem avaliar, se viável devem usar. Uma pequena idéia pode ser grande, se não, minha gota de suor não viajou para a polêmica e nem para a falência destes atos de grande suor que exercem em seu nobre trabalho. Se for interessante minha colocação, aí vai a luta em titulo.  JORNALISTA, ARTISTA JÁ, AUTOR DE DIREITO JÁ.    Foi de boa vontade meus amigos, coragem tenho, vergonha não, porque trabalho, porque sou autor, porque sou humano e sujeito a erros, sou criativo. Um abraço

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Respostas a este tópico

Duas gotas de suor, identidade na obra tem características de jeitinho brasileiro, a criatividade do jeitinho pode executar um fundamento maior em seus caminhos, se está dificil entrar pela porta de entrada, com um presente entrará pela da cozinha abraçando a nobre cozinheira e conquistando com seu tempero o paladar de quem se alimenta de requintes da culinária em seus requintes de enquadramento.
È pura ficção de inocência citar o exemplo que é prática visível e viável ao dicernimento da ação, porém há os que temem a consideração da desonestidade se considerar desta forma e desta forma agem sem ver desonestidade pois é legal.
Quem sabe se, artigos jornalísticos, antes em conquista de um bem menor se torne produto de direito autoral até alcançar, passo a passo, os direitos do Jornalista Autor em autorias.
Desconsiderem se não viável e considerem a prática que existe e a prática do cozinheiro em ajudar, devemos ou não ouvir o cozinheiro, eis a questão, mas seu tempero é bom, não é picante se identificar a essência do forte sabor.
Quem faz arte tem de ser arteiro ao penetrar sua obra do mercado que faz parte.

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