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Informativo
Portal do Autor
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O que há de novo no debate sobre Direito
Autoral (e outros assuntos)
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(nº 203 -
25/11/2009)
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Direitos Autorais
O que está em jogo no processo de Millôr Fernandes
contra a revista Veja Vanessa Silva com
informações de Fabiana Schiavon/ Consultor Jurídico
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Direito Autoral, questão contratual, direito à informação. O que
está em jogo no caso Millôr X Veja?
O escritor, desenhista e humorista Millôr Fernandes entrou com ação
contra a Revista Veja porque esta utilizou em sua
biblioteca virtual – que disponibiliza todas as revistas lançadas
nos últimos 40 anos – materiais produzidos pelo autor entre 1968 e
1982. No entanto, este uso não estava previsto em contrato porque
nesta época a internet sequer existia.
O escritor pede indenização de R$ 500 mil à Veja e ao
Bradesco, que pagou R$3 milhões à revista em forma de patrocínio.
Millôr questiona se o banco teria consciência de que teria se
apropriado de “toda sua produção plástica e jornalística, seu
trabalho na revista Veja (19 anos de produção, 1976
páginas) para publicidade internética de seu nome e produtos” por
apenas R$ 3 milhões.
O sítio Consultor Jurídico conversou com diversos especialistas
sobre o caso e produziu algo que vale a pena conhecer. Leia a
matéria na íntegra aqui.
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O acórdão do diploma
Sete pontos sobre o acórdão do STF e o jornalismo
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Vanessa Silva
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A jornalista Elaine Tavares em seu artigo “Sete pontos sobre o
acórdão do STF e o jornalismo” desconstrói, a partir de uma análise
do que é o capitalismo e de como ele se materializa nas empresas
jornalísticas, a argumentação dos ministros do Supremo Tribunal
Federal que no dia 17 de junho decidiram que a obrigatoriedade do
diploma não pode mais ser exigida para o exercício da profissão de
jornalista.
Para Elaine o que está em jogo não é a famigerada liberdade de
expressão, e sim a exploração do trabalhador, característica do
capitalismo. Ela pontua ainda que obrigatoriedade do diploma não
coloca em xeque atividades como a de blogueiros, e comunicadores
populares. E esclarece: “páginas pessoais e veículos populares não
são empresas de comunicação, cujo objetivo é o lucro. Logo, não
estão, de maneira alguma, submetidos à razão do mercado
capitalista. Quando defendemos a profissão estamos deixando bem
claro que é a que se expressa no mercado capitalista, na qual o
sujeito está completamente a mercê das “liberdades jornalísticas”
dos patrões.”
Leia o artigo de Elaine na íntegra aqui.
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PEC dos Jornalistas
PEC dos Jornalistas tem votação adiada na
CCJ
Vanessa Silva
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A votação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 33/09 de
autoria do senador Antonio Carlos Valadares na Comissão de
Constituição e Justiça (CCJ) do Senado foi novamente adiada porque
o autor não pode estar presente na sessão. A previsão é que a
votação aconteça na próxima quarta-feira (02/12).
Segundo o placar da Fenaj, 27 senadores que integram a CCJ são a
favor da PEC, 17 estão em dúvida e 2 são contra. Entre os que ainda
não se decidiram estão dois senadores por São Paulo: Eduardo
Suplicy e Aloisio Mercadante, ambos do PT. Romeu Tuma (PMDB), que
também é senador por São Paulo, manifestou-se a favor do
diploma.
Envie emeios para os senadores
Para que tenhamos no Senado o mesmo resultado que tivemos na CCJC
da Câmara dos Deputados, onde todos os parlamentares votaram a
favor da PEC, com exceção da bancada do PSDB, é preciso
mobilização, inicialmente dos próprios jornalistas e logo de outros
segmentos da sociedade que apóiam a proposta.
O Fórum Paulista em Defesa do Diploma, coletivo que reúne
jornalistas, estudantes, professores, advogados e entidades que
representam os jornalistas, orienta todos os interessados e
sensibilizados com a causa do diploma a entrar em contato com os
parlamentares e cobrarem deles um posicionamento.
A relação de senadores que integram a CCJ e o modelo de emeio a ser
enviado aos parlamentares estão disponíveis aqui. Veja o placar da Fenaj com a relação dos senadores
favoráveis, contrários e os que ainda não manifestaram seu
posicionamento.
Para receber a comunicação do Fórum, basta enviar um emeio para
emdefesadodiploma@grupos.com.br. |
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Democratização do acesso
Proposta de banda larga prevê criação de
estatal
Com informações do sítio Correio do Povo
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Serão apresentadas nesta quinta-feira (26/11) ao presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, propostas que vêm sendo elaboradas por
técnicos do governo para colocar em prática o projeto de
massificação da banda larga.
O governo usará como base para esse projeto as redes ópticas de
empresas estatais, como as da Petrobrás, Eletrobrás e Eletronet. A
intenção é criar uma estatal da banda larga, que pode ser
administrada pela Telebrás, para atuar na transmissão e na
ampliação de dados, bem como estimular a competição no setor, além
de atender à comunicação do governo.
O presidente esteve reunido hoje com oito ministros no Centro
Cultural Banco do Brasil para tratar das propostas do Plano
Nacional de Banda Larga.
Os ministros participantes são Dilma Rousseff (Casa Civil),
Fernando Haddad (Educação), Hélio Costa (Comunicações), Guido
Mantega (Fazenda), Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior), Luís Inácio Adams (Advocacia-Geral da União),
Paulo Bernardo (Planejamento, Orçamento e Gestão) e Sérgio Rezende
(Ciência e Tecnologia).
Participaram também o coordenador dos programas de inclusão
digital, Cezar Alvarez, e o presidente da Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, além de técnicos dos
ministérios.
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Obrigatoriedade do Diploma
Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e Fenaj pedem
esclarecimentos sobre a decisão do STF
Com informações do Supremo Tribunal Federal
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A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos
Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP)
apresentaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) embargos de
declaração no Recurso Extraordinário (RE 511961), com base no
acórdão da decisão, publicado no último dia 13/11. O recurso
derrubou a obrigatoriedade do diploma para o exercício do
jornalismo.
As entidades entraram com os embargos para sanar os erros relativos
ao julgamento extra petita (fora do pedido da ação), ou
seja, assuntos que não foram debatidos entre as partes nem
apreciados pelo Tribunal Regional Federal.
O primeiro caso diz respeito à criação de ordem ou conselho
profissional para fiscalização da profissão de jornalista. Essa
questão não foi discutida entre as partes. Tampouco foi julgada no
acórdão da decisão do Tribunal de origem do processo. Mesmo assim,
o Supremo se manifestou sobre “a impossibilidade do
estabelecimento de controles estatais sobre a profissão
jornalística” concluindo que tal afirmação tem como corolário a
“conclusão de que não pode o Estado criar uma ordem ou um conselho
profissional (autarquia) para a fiscalização desse tipo de
profissão”.
O segundo ponto levantado diz respeito à não recepção pela
Constituição Federal do artigo 4º, inciso V, do Decreto-Lei nº
972/1969, que estabelece a obrigatoriedade do diploma para o
exercício da profissão. Segundo as entidades, essa questão não faz
parte dos pedidos deduzidos pelo MPF na petição inicial.
Há ainda questões que foram levadas em consideração pelos tribunais
de origem, foram debatida entre as partes, mas não foram apreciadas
pelos ministros. A primeira é a ausência de qualquer pronunciamento
sobre os “provisionados” e “colaboradores” pelo mesmo decreto-lei
que exigia o diploma.
A Fenaj e o SJSP ainda querem explicação sobre aspectos do
julgamento que consideram obscuros ou contraditórios.
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Regulamentação da profissão de jornalista
MTE não abre mão de controle sobre registro
profissional
Com informações da Fenaj e do Portal Comunique-se
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Na terça-feira (24/11) representantes sindicais de jornalistas
estiveram reunidos com o Ministro do Trabalho e Emprego (MTE),
Carlos Lupi, para debater o registro profissional dos
jornalistas.
O Ministro afirmou que não vai abrir mão do controle do registro
profissional e garantiu que o MTE utilizará alguns parâmetros para
definir quais critérios serão utilizados para se obter o registro
profissional (MTB), mas que esses parâmetros ainda não foram
definidos.
Segundo Lupi, o controle sobre registros profissionais é uma
prerrogativa do Poder Executivo e o MTE não deve abrir mão. Dia 15
de dezembro será realizada uma nova reunião entre o ministro e os
representantes da Fenaj e do Sindicato dos Jornalistas, onde os
parâmetros deverão ser definidos em conjunto.
SBPJor discutirá questão do diploma
A polêmica do diploma estará na pauta de discussão do
7º Encontro Nacional dos Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor). O
evento acontece entre hoje (25-11) e sexta-feira (27-11), na Escola
de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, (ECA-USP).
Estima-se que mais de 170 trabalhos sejam apresentados, além de
debates e a exibição de pesquisas sobre jornalismo.
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Conferência de Comunicação
Encerrada as etapas estaduais da Confecom
Com informações do sítio Pró-Conferência
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No último domingo (22/11), foram encerradas as etapas estaduais
da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) e iniciou-se a
preparação para a etapa nacional.
As propostas listadas até este domingo serão entregues à Comissão
Organizadora Nacional (CON), que deverá: estabelecer uma
metodologia de trabalho para os 1.684 delegados; organizar a
infra-estrutura do evento, e sistematizar as milhares de propostas
colhidas nas conferências estaduais e distrital.
As Comissões estaduais deverão cadastrar todas as propostas no
sítio da Confecom para que a CON organize o “caderno de propostas”,
documento com o qual os delegados trabalharão na plenária.
Segundo o representante do Ministério da Cultura na CON, Octávio
Pieranti, os temas mais debatidos na 1ª Confecom foram: a questão
da radiodifusão comunitária; a garantia do cumprimento do Estatuto
da Criança e Adolescente em relação à imagem destes na mídia, e a
necessidade de um marco regulatório no setor das
telecomunicações.
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