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Reforma da LDA
Por uma Nova Lei autoral - Mensagem do Ministro Juca
Ferreira
É a nossa cultura o que nos distingue, e o que nos faz sentir
brasileiros. É ela, principalmente, o que nos faz reconhecidos no
mundo. É a nossa marca. Ela é o que somos.
Isto, todos sabemos. Mas, muitos não sabem que a cultura movimenta
uma economia que emprega mais que a indústria automobilística, por
exemplo, já respondendo por mais de 6,5% de nosso PIB. Esta
economia em franca expansão tem demandado regras claras e
transparentes, demandado um marco legal que garanta o direito do
autor - de artistas e criadores, e que viabilize um maior acesso do
cidadão aos bens culturais; que elimine os entraves à livre
negociação, e que, ao mesmo tempo, dê segurança jurídica também ao
investidor. Precisamos de uma legislação que nos inclua no mundo
digital, e que garanta neste universo os direitos do autor. Que nos
atualize na história, enfim.
A modernização da Lei do direito autoral que propomos deve
destravar toda a cadeia produtiva da economia da cultura. Deve lhe
imprimir uma nova dinâmica. A sua modernização deve ampliar espaços
de criatividade e multiplicar os canais de acesso aos bens
culturais. Esta nova Lei remove entulhos e inclui no mercado novos
produtores e novos consumidores. Legitima e regula relações de
produção, tornando-as mais transparentes e seguras.
Estamos na reta final deste processo que se iniciou há mais de sete
anos. Para que chegássemos a atual versão desta proposta de revisão
da Lei consultamos a legislação de mais de 20 países, debatemos com
inúmeros especialistas e realizamos mais de 80 reuniões com os mais
diversos segmentos envolvidos com o assunto. Promovemos quase uma
dezena de seminários, mobilizando, nestes debates, transmitidos
pela internet, mais de 10 mil pessoas.
Para que o texto da Lei em questão possa bem representar e ser
expressão da vontade dos cidadãos, dos autores e dos investidores,
vamos continuar precisando de sua participação. Foi para saber a
sua opinião e receber sua contribuição que disponibilizamos no dia
14 de junho de 2010, para consulta pública, a proposta de revisão
da legislação brasileira sobre direitos autorais que estaremos
apresentando em forma de anteprojeto nos próximos 45 dias.
Contamos com sua participação e contribuição na redação final do
que será votado no congresso. O anteprojeto desta Lei esta
disponível para críticas, sugestões e comentários no site do
Ministério da Cultura, no sítio do MinC. Contribua para o aprimoramento de nossa
legislação. Contamos com você. Pelo que, antecipadamente
agradecemos,
Juca Ferreira Ministro da Cultura
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Curso
Curso sobre “As Novas Pautas da Sustentabilidade” para
profissionais e estudantes da área de
comunicação Da Redação
“Em tempos de Aquecimento Global, mudanças climáticas e crise
econômica, qual é o papel das empresas de assessoria de imprensa,
dos veículos de comunicação e dos jornalistas na cobertura
ambiental?”
Para responder a essas e outras questões, será realizado no
sábado, 26 de junho, o curso “As Novas Pautas da Sustentabilidade”.
O objetivo é apresentar aos interessados, em um dia, novos
conceitos e novas pautas além de propiciar a quebra dos paradigmas
da visão tradicional do fazer jornalístico ambiental.
O curso será oferecido pela Revista
Envolverde – veículo especializado na
cobertura de temas relacionados ao meio ambiente, sustentabilidade,
desenvolvimento humano, educação e cidadania planetária – em
parceria com a Apijor – Associação de Direitos
Autorais dos Jornalistas Profissionais – e a API –
Associação Paulista de Imprensa.
Com duração de 8 horas, o curso tratará dos seguintes tópicos:
abordagem de assuntos introdutórios aos conceitos de
sustentabilidade e sustentabilidade empresarial; definição de quem
são os novos atores da comunicação empresarial; como se dá a
cobertura da sustentabilidade na Grande Imprensa e finalmente, como
construir pautas de sustentabilidade.
Jornalistas, estudantes de comunicação, profissionais
recém-formados, assessores de imprensa de empresas e Organizações
Não Governamentais e demais interessados podem participar do curso,
que será ministrado por Dal Marcondes, jornalista especialista
em Ciência Ambiental pela Universidade de São Paulo, editor e
presidente da Envolverde, e por Reinaldo Canto, jornalista,
ex-diretor de comunicação do Greenpeace Brasil, atual diretor de
comunicação do Instituto dos Mananciais, articulista e colaborador
de diversas mídias ambientais.
Serviço
Data de realização: 26 de junho de
2010.
Horário: Das 9h às 18h, com intervalos para café e
almoço (13 às 14 horas).
Local: Rua Álvares Machado, 22, 2º andar
(travessa da Av. Liberdade, entre os metrôs Liberdade e
Sé).
Investimento: R$180,00
Inscrições e informações: Pelo emeio: agencia@envolverde.com.br ou pelos telefones:
(11) 3034-4887 / 3539-5743. Falar com Alice.
Serviço
Portal do Autor oferece banco de vagas de emprego na
Internet
Da Redação
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O Portal do Autor, comunidade virtual
administrada pela Apijor, oferece um novo serviço
aos membros da comunidade e a quem mais acessar a página do Portal
na Internet. É o Jornalistas. Procura-se, uma coletânea de
vagas de emprego em todo o Brasil. As vagas são selecionadas e
comentadas pela jornalista Carina Paccola de Londrina – Paraná.
Diariamente são publicadas novas vagas e as “velhas” ou vencidas
são armazenadas em outra página, também acessível aos interessados.
As oportunidades aparecem agrupadas por categoria: Imprensa/ Assessoria/ Iniciativa
Privada; Concursos Públicos; Terceiro Setor; Ensino de jornalismo/ Comunicação.
Atualmente o número de vagas em exposição não chega a duas dezenas.
No entanto, o objetivo é que o número de oportunidades oferecidas
aumente com o tempo, assim como o número de consultas. Todos podem
contribuir com novas informações, enviando-as para o emeio procurajornalista@gmail.com.
Leia um trecho do texto de apresentação do serviço, ainda em sua
fase experimental, quando este foi lançado:
“O acordo inicial para a prestação deste serviço é que Carina tem
autonomia para comentar as vagas que aparecem, na tentativa de
separar o joio do trigo. Explicamo-nos: nestes tempos em que não há
mais qualquer requisito legal para que alguém se auto intitule
‘jornalista’, após a decisão dos ministros do STF em 17 de junho de
2009 de derrubar a exigência da diplomação específica para o
exercício da profissão, há uma visível precarização do mercado de
trabalho dos jornalistas.
É importante esclarecer que mesmo com a queda do diploma, continuam
válidos os acordos coletivos negociados entre os sindicatos
patronais e os sindicatos de jornalistas. Dessa forma, quem
contrata jornalista deve respeitar tais convenções.
Em estados como São Paulo, por exemplo, as convenções estabelecem
pisos salariais, que são diferenciados em cada segmento (jornais e
revistas; capital e interior; rádio e TV; assessoria etc.). Para
não ter que pagar o piso, alguns empregadores divulgam suas
oportunidades de emprego como sendo para “analistas de conteúdo” ou
coisas do gênero. Quando o candidato chega para trabalhar, descobre
que deve fazer lá exatamente o que faz um jornalista. Adotando o
expediente de camuflar o nome da função, o empregador pensa que
está livre de ter que respeitar a convenção coletiva de trabalho, o
que não é verdade”.
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