Conheci Pelin em 2005 através de meu pai. Eu estava coletando dados para a edição de uma revista que resgataria a trajetória do cinema machadense. Desde então nutri um
a grande amizade e respeito por esse cidadão.
Ao lado do pai (Seo Oliveira) e o irmão Jorge, desempenhou várias funções no antigo Cine Limeira.…
ContinuarAdicionado por Agamenon Troyan em 1 fevereiro 2012 às 12:37 — Sem comentários
Imaginação sempre está diante de várias interpretações, ela gera sonhos e atos cinematográficos, gera a criação de uma viagem onde quiser ir se puder sentir em sequencias do seu andar por ela, nela vc começa de um passo de gigante e impulsionado pelas suas descobertas pula de uma montanha a outra e vai a cordilheira sem mais escalar e começa voar, suas asas são capazes de entrar no infinito do céu e desenhar corações com seu nome em planetas que…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 17 janeiro 2012 às 22:44 — Sem comentários
Um dia as palavras irão dizer formais o que informa meu coração, as tendências vem e vão, em um só parágrafo a emoção, bate o coração e o peito infla com a imaginação da consumação, um frio percorre pelas costas o que sinto bem em frente, um calor brando com o soar das palavras sem as ler, sem as normalidades se fazem únicas de viver, fatais ou ocasionais para vc sentir e entender pois ainda não aprendi a escrever lúcido na razão e a emoção se faz em conta de um faz de conta que acontece…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 10 janeiro 2012 às 21:34 — Sem comentários
Adicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 27 dezembro 2011 às 22:36 — Sem comentários
Adicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 27 dezembro 2011 às 22:35 — Sem comentários
Júbilos aos tempos, destrezas dos ventos, riquezas dos tempos em cada vento, o vento leva e o vento faz voar, não é a toa o tempo, muito além leva o vento, o vento faz criar pelo tempo a destreza de voar.
Murmúrios dos ventos no rugir dos tempos, espaços exatos em seu tempo de pousar, eclodem os ventos em novos tempos num ranger de dentes aos eventos frios formados em má soberania da liberdade, ranhuras nas coroas nada polidas as noções a muito conferidas, destreza dos tempos aos…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 17 dezembro 2011 às 19:00 — Sem comentários
Se a ética em cada profissão fosse usada a altura ao que vem e que serve na íntegra o mundo seria quase perfeito, em cada profissional que usa mal a sua ferramenta usa muito mal a sua integridade, no momento que precisar impor ela em qualquer situação com certeza terá fatos de seus atos, exemplos cruéis na sociedade é a indução pelo voto que parece ser como dizem impossível, tão possível como uma criança reconhecer os símbolos das operadoras de celular e não…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 4 dezembro 2011 às 12:39 — Sem comentários
Green, que legal uma pequena conquista, a cor mais natural que diz tudo e condiz contudo da natureza, uma cor que se torna símbolo de livre ir, de segurança de ir aos semáforos impostos com exatidão, as cores realmente tem suas representações, creio o verde também ser da juventude e da esperança, no ambiente de trabalho são importantes as cores, vermelho a produção aumenta e o sindicato se alimenta, verdinho claro num ambiente de trabalho que exige atenção, um…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 2 dezembro 2011 às 19:36 — Sem comentários
Tenho aprendido tanto e agora toca na rádio uma música de John Lenon, acho que" I love people "e queria estar abraçado chorando de emoção, como não dá escrevo e num descrever lento os momentos passam e penso no beijo e no carinho ou num simples passar de mão no rosto, penso no amanhã e penso em não me emocionar muito nestes momentos nada cruéis e tão mas tão sensíveis que podem se bobear com eles me levar ao delírio do desejo, sei agora com o que aprendi a me…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 2 dezembro 2011 às 19:35 — Sem comentários
Adicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 24 novembro 2011 às 13:52 — Sem comentários
A vida passa e continua, o tempo por ele viajo, uma luz sempre me contorna e por ela ando veloz em sua destreza de iluminar onde vou prosperar, vou viajar no tempo como uma brisa morna, como a luz ela entorna, em mim se torna o tempo de um quente vento e passa a brisa e vem a luz que me conduz, a vida flutua, há vida em casa e na rua,não há na lua, há o reflexo de uma luz que faz voar, uma luz branca, contida de todas as cores, cada uma encontra um amor e que…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:32 — Sem comentários
Vejo a luz ao longo do percurso, lusco fusco eu saio e não busco, quero a luz pelo caminho que me conduz, quero brilhar com meu amar, quero acender o fogo em cada paixão, quero riscar do calendário tantos dias que não brinquei, quero ser da história, seja qual for é de aventura e de bravura, busco a ternura, a simplicidade é minha verdade, abre portas do castelo e abre a tantas que possa bater e ser convidado entrar, ando no subsolo mineirando e no submundo…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:31 — Sem comentários
Juntei as tintas, conferi os vernizes, pintei como dizes, a aquarela ficou completa, pois assim pintei, com sua essência expressei, meu pincel te alcançou, te laçou por completo, vc ficou linda na imagem que fiz de vc, sei que gosta de ser linda, desejada e procurada, peça e te busco, não mais te pintarei para te agradar, venha e me agrade e verei vc como meu pincel à fez da última vez, não mais Musa, pois vc me abusa, me lambuza, sou um grão de uva, não há o…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:30 — Sem comentários
O amor vem beirando uma paixão com encontros de afinação, defeitos nada são, críticas sem fundamento não harmonizam com a verdade que o amor tem pela vida, a responsabilidade da vida de quem vc ama é um reflexo dos sonhos em seguir com seu amor do seu lado e para sempre, a paixão se integra com calor maior e motivação sem nexo e distração para o que é em conjunto, se torna egoísta e o amor fica ciumento e em dúvidas se formam as verdades e tudo que falou desde…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:28 — Sem comentários
O amor vem beirando uma paixão com encontros de afinação, defeitos nada são, críticas sem fundamento não harmonizam com a verdade que o amor tem pela vida, a responsabilidade da vida de quem vc ama é um reflexo dos sonhos em seguir com seu amor do seu lado e para sempre, a paixão se integra com calor maior e motivação sem nexo e distração para o que é em conjunto, se torna egoísta e o amor fica ciumento e em dúvidas se formam as verdades e tudo que falou desde…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:28 — Sem comentários
O mar está calmo, mesmo longe eu sei dele por olhar para a lua, entender dela não basta a querer para encantar as noites de amor, namoro ocasional ou tudo que ela comanda com sua força e exuberância, hoje é um dia de calmaria em muitos lugares da costa brasileira, dia de sereias, dia de estrelinhas na areia, noite de pensar em brilhar para navegar onde a lua manda, marés de meia, nada cheias, amenas num vai e vem curtinho, noite de silêncio compassado, uma…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:25 — Sem comentários
Descobrindo um novo mundo, Adicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:24 — Sem comentários
As letrinhas hoje formaram um céu pouco estrelado, a vez das nuvens darem seu show, estrelinhas se esquivam para brilhar, vão aos cantinhos um espacinho encarar, elas vem de mansinho se mostrar, não estão nunca tristes e sempre brilhantes para marcar os rumos dos navegantes, sempre tem uma conhecida se mostrando sorridente para te levar adiante, nunca soube de regressos, seus brilhos sempre são sucessos, gosto das estrelinhas pois não me consomem, sempre tem uma e nunca somem, quando me…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:23 — Sem comentários
Não me favorecem hoje as palavras de amor, busco palavras de caminhos e atalhos para chegar ao ouvido de quem sabe ouvir e sabe entender dos passos que vamos dar ao unir as mãos ao caminho do horizonte, reflito um tanto para que serve a razão me ela vem dizer, para grudar o infinito no coração que acompanha os caminhos escolhidos para um bem maior e que caiba ambos em mesmos desejos, consideração de âmagos sem suspeita de naufragar quando o amor vem em noites…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:22 — Sem comentários
Os caminhos devem ser vistos como são, atentos os olhos enxergam a noção do que há a frente pelos passos, cada passo um avante, cada enlace de noção uma razão, sanidade da espiritualidade tem ação, repentina a presença de espírito toma conta dos décimos de segundo pelo que já seguido e vivenciado pelo que já passado e munto bem vivido, se pouco mais uns décimos ou centésimos e a força para para esperar a sua decisão dos novos rumos com compassos desta ação,…
ContinuarAdicionado por Paulo Alexandre Dallacorte em 23 novembro 2011 às 1:21 — Sem comentários
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