A lei da mordaça na Italia nega as pessoas o direito à informaçào. Em 09 de julho houve uma greve dos jornalistas contra o decreto sobre as intercepçòes Alfano, mobilizaçào que tem como protagonistas os jornais, os partidos politicos, associaçoes, grupos e comissòes. A FNSI (Federaçào Nacional da imprensa italiana è um testimonianza uma profissào, o jornalismo, que quer ser livre para oferecer aos cidadaòs o informaçào justa e completa.
Seria um silèncio forzçado, " o projeto de lei intercepçòes imporia se passou no exame com as regras do Parlamento".
Gracàs a Deus houve uma reviravolta" publicado os jogos em causa" O primeiro-ministro Berlusconi: "Tudo esta como antes" . A proposta de alteraçào 20 de julho pelo governo, que se congratula com as instàncias de Finian (interior Fini grupo do Partido da Liberdade) e Presidente da Repùblica, o Primeiro-Ministro manifesta a sua decepçào, Gianfranco Fini no entanto "nao hesita en dizer obrigado concordància encontrado sobre a medida no parlamento e o senso comum prevaleceu".
Onu rejeita il ddl intercepçào. Frank La Rue das Naçòes Unidas Relator especial sobre a liberdade de expressào, disse que o governo italiano deve suprimir o alterar o projeto de lei sobre intercepçào, porque se "for aprovada na sua forma actual sobre o direito à liberdade pode prejudicar de expressào na Italia.
Vamos a ver o que acontece na primeira semana de Agosto, quando sera submetida a votaçào no Parlamento.
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