Se tudo fosse como vejo neste vôo com as asas da imaginação que criei, extinguiria a ignorância, pedindo a Deus que transformasse em cintilantes quem vejo iluminados, para vê-los no céu brilhando como as estrelas e no rabo dos cometas que passassem por sua constelação meu nome escrito com letras de raios de luz na intensidade das batidas do meu coração em se integrar com o piscar das luzes das estrelas nesta harmoniosa sedução de estar com elas. Se estas palavras seguirem os caminhos das estrelas e ultrapassarem o infinito em busca dos ouvidos de Deus, lá nas altitudes do Céu, meu vôo, não foi em vão; pois como me foi possível voar, será possível ser atendido entrando em sintonia com o criador. Se não posso mudar o mundo, posso mudar minhas palavras em busca de mutações ao entendimento sob o poder das palavras em eco pelas montanhas com tanta intensidade que meu peito possa permitir e se não, falarei tão baixo que poucos possam ouvir, com tanto entendimento e beleza que possam repartir o que ouviram a transmitir por repercussão o que tenho a dizer sobre saber viver. Se tenho que viver sozinho apreciando o céu, tenho que expressar o que vejo nele, tenho que conduzir ao que vejo de tão belo e interessante ao me chamar a atenção em preencher meu pequeno espaço, em honra de ser como fui posto ao mundo, tão pequeno que possui uma constelação, tão pequeno que possui um sol, tão pequeno que possui um enorme universo como todos os grandes. Se tenho que me dedicar para aprender a ver no céu o que não vê-em em minha órbita para poder transmitir como expressar, vou enriquecer minhas asas com poderes de me levar em pensamentos de continuidade de fortalecimento em elevar em maior altitude para ver em maior número estes que farão parte de cintilarem no céu de meu universo. Ao criar este pedido, de imediato fui atendido, e devo passar como um cometa, em etapas de passagem, para alegrar em momentos de integração ao que fui conduzido, além de saber viver, devo saber viver além.
Aos 20 anos de idade, aprendi com uma tão pequena formiga em um acampamento em uma vila chamada Goiabal, lá no cantinho esquerdo e acima, no mapa do Rio Grande do sul. Fui conhecer o que não existe mais, e conheci o que ainda existe, a natureza no Parque Nacional do Turvo. A prendi com uma formiga que é conhecida como Tá na Jura, devido a seu enorme traseiro, uma pequena formiga que é a maior de sua raça.
No acampamento sob o luar em noite estrelada, no silêncio da noite, ouvia um barulho constante, melhor;, um ruído, um chiar; ao segui-lo com ouvidos me deparei com a enorme formiga com suas presas e pose de ataque, estava ela protegendo seu alimento que encontrara, açúcar que havia caído. Ela emitia sons, ela gritava quando ameaçada e quando não, trabalhava em silêncio e constantemente. Tá na Jura, viveu comigo por dois anos me ensinando a usar o que Deus deu, a vida, para ser vivida como ela é, o modo é a imaginação, o gosto é a escolha, o conduto é o caminho. Ser pequeno e ser grande?, existem coisas maiores e maiores ainda, e que não diminuem os pequenos mas o fazem aparecer para o grande e o grande ao maior e maior ainda, mas há de se fazer um pedido! Este pedido.
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